Esportes

Jipeiros no equador: Competição Off-road no Meio do Mundo

Durante todo o evento, um guindaste de 30 metros de altura manteve içado um Jeep Willys ano 1974, que pertencia ao ex presidente do Jeep Clube de Macapá, o empresário Manoel Mandi, que faleceu há exatos 30 dias.


O complexo turístico do Marco Zero do Equador foi palco de mais uma edição do Fest Jeep no Meio do Mundo, comemorando em grande estilo da passagem do fenômeno natural do Equinócio da Primavera. O evento off road, que significa ‘fora de estrada’, ocorreu em um circuito indoor montado no estacionamento do Sambódromo de modo que os pilotos concorreram ora no Hemisfério Norte, ora no Hemisfério Sul.

Emoção
Durante todo o evento, um guindaste de 30 metros de altura manteve içado um Jeep Willys ano 1974, que pertencia ao ex presidente do Jeep Clube de Macapá, o empresário Manoel Mandi, que faleceu há exatos 30 dias. “Essa foi a forma que nós encontramos para prestar uma justa homenagem ao Mandi, que idealizou o Fest Jeep, mais que isso, fez ele se transformar no maior evento do calendário anual do automobilismo amapaense”, diz José Maria Esteves, amigo e diretor técnico do evento deste ano.

A partir da contrapartida dos associados e de parceiros do evento, estão sendo assegurados R$ 5 mil em gêneros alimentícios. Além disso, o publico que vai ao circuito no Meio do Mundo poderá levar voluntariamente 01 quilo de alimentos não perecíveis, que serão posteriormente encaminhados a outras entidades filantrópicas.

“O Jeep Clube caminha sobre esse tripé, o esporte, claro, afinal todos somos apaixonados por jipes, como também o trabalho social e a promoção do Amapá como destino turístico, diz a jipeira Perpétua Mourão, que é membro da diretoria do clube.

Entre outras ações sociais, transporte de vacinas em áreas de difícil acesso, de donativos a vítimas de enchentes e, mais recentemente, o Jeep Noel, que há dois anos vai à Vila Velha do Cassiporé, em Oiapoque.


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