Heraldo Almeida

Conheça o que é o Marabaixo

 

O Marabaixo é uma manifestação folclórica afro-amapaense, que consiste em homenagear o Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade em duas partes: a sagrada (missas, novenas, ladainhas) e a profana (dança do Marabaixo, bailes). Essas homenagens ocorrem durante o ciclo do Marabaixo, que começa sempre na Páscoa e termina no Domingo do Senhor (primeiro domingo após Corpus Christi). Durante os festejos, misturam-se rituais africanos (corte dos mastros, quebra da murta, danças) e europeus-católicos (missas, novenas, procissões). A origem do nome é incerta: alguns afirmam que vem do árabe marabut (louvar); outros afirmam que vem do fato dos escravos serem trazidos mar abaixo nos navios negreiros (ou seja, da África para o Brasil).

 

Na dança do Marabaixo, as mulheres vestem-se com anáguas, saias rodadas floridas, camisa branca, colares, lenço no ombro e flor atrás da orelha, uma versão estilizada das roupas das escravas. Os homens usam roupas brancas e tocam com duas baquetas grandes tambores chamados caixas ou caixa de Marabaixo. Tanto os tocadores quanto as mulheres cantam os versos improvisados chamados ladrões; muitos desses versos têm teor religioso. Todos dançam em círculo, sentido anti-horário e ao redor de si mesmos.

 

Está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.

 

Em novembro de 2018, o Marabaixo foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional – Iphan.

 

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Consciência

Pela primeira vez, começando esse ano, o dia 20 de novembro será feriado em todo o Brasil. Dia Nacional da Consciência Negra, em homenagem a Zumbi dos Palmares.

O projeto que torna esse dia feriado é de autoria do senador amapaense, Randolfe Rodrigues.

 

Nas plataformas

A partir desta quarta (20) os sambas de enredo das 10 escolas de samba do Amapá, estarão disponíveis em todas as plataformas digitais. O anúncio é da Liesap.

 

Literatura preta

A literatura de escritores/poetas negros amapaenses, está contemplada na programação do 29º Encontro dos Tambores, que está acontecendo no Centro de Cultura Negra Raimundinha Ramos – Laguinho.

Professor, poeta e historiador, Ivaldo Souza afirma com orgulho: “Estamos nos sentindo mais valorizados, pois a literatura preta, de autores amapaenses ganhou espaço e visibilidade nessa programação, pela primeira vez”.

 

Mizura

Inscrições abertas para a 4ª Mostra Mizura Performance, agendada para acontecer de 11 a 14 de dezembro, na área central de Macapá e nas comunidades Torrão do Matapi e Quilombo do Curiaú.

É um projeto independente, que acontece na Amazônia amapaense desde 2020, destinado à produção, pesquisa e realização de trabalhos em performance e intervenção urbana. As inscrições estão abertas de forma online. Informações: (96) 99179-4950.

 

Agenda

Prefeitura de Macapá anunciou o show da Banda Calcinha Preta, como uma das atrações para as festas de final do ano em Macapá.

 

Decoração

Quem visita o Mercado Central, em Macapá, se delicia com as belas obras do artista plástico amapaense, Ralfe Braga, decorando o ambiente. Com o nosso jeito de ser.

 

Filme

Em breve o filme Meu Nome é Gal – a maior voz da música brasileira. Uma bela e justa homenagem à cantora brasileira Gal Costa (falecida recentemente). Na expectativa.

 

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Mestre Vieira: o criador da Guitarrada

 

A Guitarrada é um gênero musical paraense instrumental surgido da fusão do choro com carimbó, cúmbia e jovem guarda, entre outros. É também chamado de lambada instrumental. O seu criador é o Mestre Vieira. Neste estilo a guitarra elétrica é solista. Os principais representantes da atualidade são os grupos: Mestres da Guitarrada, Cravo Carbono e La pupuña.

 

Joaquim de Lima Vieira, o Mestre Vieira, nasceu em 29/10 de 1934, é um músico brasileiro, tem 20 discos solo gravados. A música “Lambada Jamaicana” (lançada em 82, vinil “Melô da Cabra”) é seu maior sucesso. Desde 2003 integra também o grupo Mestres da Guitarrada, tendo 2 cds lançados: Mestres da Guitarrada (2004, selo Funtelpa) e Música Magneta (2008, Selo Candeeiro Records). Em 2008 recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem ao Mérito Cultural pelo seu relevante serviço prestado à cultura brasileira.

 

É um gênero musical único no mundo. Criado por Mestre Vieira, natural de Barcarena, o ritmo musical surgiu em Belém (PA), a guitarra faz sempre o solo em ritmos como cúmbia, carimbó e merengue. A guitarrada tem como marco o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas” (1978). A inovação do disco foi apresentar temas instrumentais para guitarra, sempre valorizando os ritmos amazônicos e caribenhos. Mestre Vieira, tem seu trabalho fortemente influenciado pelo choro e revelou-se virtuose ainda criança. Depois de ter tocado bandolim, banjo, cavaquinho, violão e instrumentos de sopro, ele só teve contato com a guitarra elétrica na década de 70.

 

Mestre Curica, também está ligado à tradição musical paraense. Ao lado de Verequete e Pinduca, é um dos importantes artistas que tocam carimbó. Ele foi o principal arranjador dos discos de Verequete e participou do primeiro registro de carimbó em disco, no ano de 1971. Curica também fabrica seus instrumentos e é considerado um dos responsáveis pela popular utilização do banjo nos arranjos de carimbó.

 

Aldo Sena, conta que se apaixonou pela guitarrada quando ouviu o disco “Lambadas das Quebradas”, de Mestre Vieira. No mesmo ano, Aldo Sena já estava apresentando ao público o seu trabalho autoral, feito com a banda “O Popular de Igarapé Mirim”.

Mestre Vieira morreu, aos 83 anos, vítima de câncer, no dia 2 de fevereiro de 2018, em Barcarena, região metropolitana de Belém.

 

 

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Quando eu te vi chegando, monera
Tão bonito que era
Eu vi o sol e a lua trazendo
As cores da primavera

Nilson Chaves

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Tambores

Nesta terça (19) segue a programação do 29º Encontro dos Tambores, no Centro de Cultura Negra – Laguinho, a partir das 18h. Exposição, gastronomia, palestras, shows, Marabaixo, batuque, etc.

 

Sambas

Na quarta (20) a Liesap vai lançar os sambas de enredo 2025, em todas as plataformas digitais. Se prepare para aprender o samba de sua escola e cantar na avenida.

 

Qualidade

Intérprete oficial de Piratas da Batucada, Fábio Moreno tem uma qualidade técnica vocal no cantar, que impressionante e agrada os ouvidos de quem tem bom gosto musical. Além de uma simplicidade e humildade que lhe é peculiar. É “um cara gente boa”.

 

‘Maninha do Céu’

Título da música de Paulinho Bastos que faz parte do repertório do álbum Voz da Taba, de Patrícia Bastos. Disco disponível nas plataformas digitais.

 

Esquecimento

Muitas músicas brasileiras, consideradas clássicas, estão no esquecimento pela nova geração, dando lugar para o modismo. Letra e melodia espetaculares. Lamentável.

 

Inédita

Nova música (inédita) da banda The Beatles, composta por John Lennon há 40 anos. A obra foi recuperada e gravada. Está disponível nas plataformas digitais.

 

‘Tarumã das Estrelas’

Título de uma bela obra musical assinada pelo poetinha, Osmar Júnior, gravada por Amadeu Cavalcante e cantada em vários festivais pelo Brasil. “Ei madame, ei maninha, o meu tarumã foi pras estrelas, podendo vê-las lá do espaço sideral…”.

 

Zé Miguel

É um cantor e compositor amapaense com vários discos gravados, mas sua marca foi o projeto “Vida Boa”, o primeiro do artista.

 

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Influência da cultura angolana no Brasil

 

A influência africana no Brasil aparece em uma série de traços culturais e pode ser vista no idioma, na comida, na música, nas manifestações religiosas e no próprio jeito de se comportar do brasileiro. De tradição bantu, Angola foi um dos países que mais contribuíram para essas influências.

 

O povo bantu é originário de várias regiões do Continente Africano, como o Sul da África e a África Central, onde fica a Angola. As várias etnias desse povo se misturaram nos navios negreiros a caminho do Brasil e, mesmo perdendo muito de sua individualidade no processo de escravização, traços fortes se mantêm até hoje. Palavras como “quitanda”, “cafuné”, “chamego” e “moleque” são derivadas do vocabulário de povos da região onde hoje está Angola.

 

“São termos relacionados a práticas de relações domésticas, familiares, de festividades. A gente não percebe a profundidade da influência desses costumes. As palavras, sozinhas, aparecem como curiosidades, mas “quitanda”, por exemplo, vem das práticas comerciais, “chamego” e “cafuné”, dos modos de cuidar, educar, criar os filhos, analisa a professora de antropologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRJ) Luena Nunes Pereira. Ela considera que uma das principais heranças culturais dos povos que vieram da África para o Brasil é o jeito de se comportar. Segundo ela, os brasileiros incorporaram vários maneirismos dos africanos. “A maneira como a gente se conduz corporalmente, o jeito de andar, gesticular, se comportar com os outros, com abraços e tapinhas nas costas. Isso tudo tem uma influência africana muito forte. É como dizia Gilberto Freyre, até no jeito de andar dos brancos, você encontra um pouco de África”.

 

O país também deve a Angola uma expressão artística alçada a ícone tipicamente brasileiro. O conhecido samba nasceu do semba, angolano. O semba é dançado como se fosse um sapateado em ritmo mais acelerado. “A matriz do samba é angolana. O toque do samba, a percussão, a rítmica, isso é bantu. Todas as formas musicais reconhecidas como afro-brasileiras são bantu”, explicou Luena, citando o samba, o maracatu, o jongo e o batuque. (Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/).

 

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Seu boto dono das águas
Ensine-me a remar
Cortar essas marés de léguas
Cavalgar feito égua

Annie Carvalho – poeta

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Aprovados

Sambas de enredo gravados pela Liesap foram ouvidos pelos diretores das escolas, que aprovaram o produto. O próximo passo é ajustar e aguardar a festa de lançamento que a Liga está preparando.

 

MCN

Nesta quinta (14) tem show do Movimento Costa Norte no Centro de Cultura Negra – Laguinho, encerrando a 1ª noite de programação do 29º encontro dos Tambores.

Osmar Júnior, Amadeu Cavalcante, Zé Miguel, Val Milhomem e Joãozinho Gomes. Voltando a cantar juntos no mesmo palco

 

Tambores

A União dos Negros do Amapá está na reta final dos preparativos para a 29ª edição do Encontro dos Tambores, marcado para acontecer de 14 a 29 de novembro, no Centro de Cultura Negra Raimundinha Ramos – Laguinho.

 

‘Pegada de Gorila’

Nome do mais novo grupo de samba do Amapá, sob coordenação do sambista Zeca Mazagão. Só músicos da pesada compõem o projeto. #MeteACara.

 

‘Luz do Mundo’

Título de bela música do maestro Manoel Cordeiro com o cantor Ronery gravada pela Banda Warilou e pela cantora Gaby Amarantos, no primeiro disco solo de Manoel Cordeiro, ‘Sonora Amazônia’.

 

Negritude

Um agrado especial e merecido à professora e poeta Maria Áurea. A ‘Negra Áurea’, como gosta de ser chamada.

Com sua voz forte e poderosa ela declama seus belos poemas e ilustra com amor os temas sobre a negritude. Parabéns.

 

Referência

Músico instrumentista, compositor e produtor amapaense, Taronga é um dos criadores da Banda Negro de Nós, e uma referência no quesito profissionalismo. Parabéns, Amigo.

 

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Kassav: melhor banda de Zouk do mundo

 

Kassav, palavra em crioulo antilhano que significa mandioca é uma banda de zouk de Martinica e de Guadalupe formada em 1979. Os membros originais da banda eram Jocelyne Béroard, Jacob Desyarieux, Jean-Philippe Marthély,1 Patrick St. Éloi (falecido), Jean-Claude Naïmro, e Georges Décimus (que atualmente não mais faz parte do grupo) juntamente com alguns outros componentes, que permanecem pouco tempo no grupo.

 

O total de álbuns (em forma de LP e/ou CD) lançados pela banda é aproximadamente 30.

 

Kassav foi criado em 1979 por Pierre-Édouard Décimus, músico profissional que, juntamente com Freddy Marshall, decidiu transformar a música de carnaval de Martinica e Guadalupe em um estilo mais moderno.

 

A banda foi a primeira a despontar como pioneira do zouk. Seu som se tornou pan-caribenho, englobando elementos do reggae e da salsa. Seu primeiro álbum, Love and Ka Dance (1980), estabeleceu aquilo que seria conhecido como o zouk. O grupo se tornou cada vez mais popular, atingindo seu auge em 1985 com o álbum Yélélé, onde se destacava o sucesso “Zouk la sé sèl médickaman nou ni”. Com esta música, o grupo espalhou sua música pela América Latina e também pela Europa e até mesmo em países da Ásia, popularizando também a dança zouk. (www.bwevip.com).

 

 

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Sim, eu tenho a cara do Saci
O sabor do tucumã
Tenho as asas do Curió
E namoro cunhantã

Nilson Chaves

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‘Banco de Areia’

Titulo da nova música da banda amapaense, Mano Hoots, lançada no programa O canto da Amazônia (Diário FM 90,9). Um projeto musical no ritmo do Reggae. Parabéns.

 

Música

Saudoso cantor e compositor, Mauro Guilherme será homenageado com um disco contendo obras inéditas de sua autoria. Lançamento em breve.

 

‘Tarumã’

A gravadora Tarumã é administrada pelo competente engenheiro de som Jorge Luiz, onde muitos artistas amapaenses e fora do Estado, gravam seus discos. É uma grande referência.

 

Referência

Músico instrumentista, compositor e produtor amapaense, Taronga á um dos criadores da Banda Negro de Nós e uma referência no quesito profissionalismo. Parabéns, Amigo.

 

‘Flor Morena’

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira. A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.

 

Coisas de Osmar

Poetinha da Amazônia, Osmar júnior postou em sua página, no Facebook: “Não se preocupe. O Deus conhece seus desejos e pensamentos. Vê você fazendo sexo ou nú, desejando o mau ou bem. Mas para um criador isso não interessa né? O que interessa é a sua sabedoria e amor, não se sinta paranóico. O que é da carne é da carne, o que é do espírito é do espírito”.

 

‘Vem Me Namorar’

Título da música de trabalho de Lia Sophia que está em seu novo disco, ‘Eletrocarimbó, lançado recentemente. Já em todas as plataformas digitais.

 

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Ivam Amanajás: “Eu pinto o meu mundo”

 

Augusto Ivam Amoras Amanajás é filho de Augusto Amoras Amanajás e Deuzuith Amoras Amanajás. Nasceu no dia 06 de outubro de 1956, na cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá, onde cresceu e vive até hoje. Ivam Amanajás começou suas atividades artísticas precocemente. Em 1969, com apenas 13 anos de idade, participou de uma exposição coletiva no extinto Ginásio de Macapá (GM), que reuniu na ocasião artistas plásticos renomados como R. Peixe, Antônio Homobono, Olivar Cunha, Abenor Amanajás, entre outros. Em sua juventude, o artista já possuía uma forte tendência para o surrealismo, o qual aderiu por muito tempo. Mas Ivam Amanajás foi além, dominando outros estilos, incrementando-os em suas obras,

 

No ano de 1977, Ivam Amanajás levou pela primeira vez a sua arte para fora do seu Estado. Suas obras foram expostas na Galeria Angelos e Teodoro Braga (1978), no Teatro da Paz, em Belém-PA. Na década de 80, o Artista participou de diversas exposições em vários estados brasileiros, como Distrito Federal, Belo Horizonte, Pará e Rio de Janeiro, tornando a sua arte conhecida nacionalmente.

 

Apesar de ser nortista, ele não retratou em suas pinturas apenas o regionalismo, preocupou-se também em conscientizar e criticar através de sua arte os homens robóticos, a natureza mecanizada e a vida artificial. Hoje, o artista plástico sendo pesquisador e conhecedor de outras escolas, tem a segurança de afirmar que se caracteriza com o Realismo fantástico. Suas obras são mundialmente conhecida desde EUA à Europa.

 

“Tive sempre um compromisso com a arte, viajo através dela levando minha cara limpa, minha raça o grito preso na garganta pronto para protestar aos homens que destroem a natureza. Em sintonia transcendental, decodifico o impensável, viajo na exótica Amazônia, no cosmo da imaginação, nas cores, pois elas falam! Diz-se que, pintando é que se conhece de fato as coisas, como eu disse em “Mundo Estranho”, crio mundos e se você não os vé, infelizmente passará pela vida sem conhecê-los. Sou da Amazônia, caboclo universal e pinto com o barro da minha terra, mas as minhas imagens são para o mundo”, disse o artista.

 

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Circulo

Já está no ar o Edital Circuito das Artes, que vai promover, difundir e incentivar o intercâmbio cultural (artistas, profissionais da arte e cultura), através da circulação do artista amapaense pelos municípios, estados e países em programações como: festivais, circuitos, feiras, workshops, vivências, etc. (www.secult.portal.ap.gov.br.)

 

‘Geofobia’

Título da música que originou o nome do Grupo Pilão, em 1975. A autoria é de Fernando Canto, um dos fundadores, junto com seu irmão Juvenal Canto e Bi Trindade.

 

Costa Norte

O Movimento Costa Norte está de volta aos palcos, iniciando na quinta (14), na abertura da programação do 29º Encontro dos Tambores, no Centro de Cultura Negra Raimundinha Ramos – Laguinho.

 

Aprovados

Sambas de enredo gravados pela Liesap foram ouvidos pelos diretores das escolas, que aprovaram o produto. O próximo passo é ajustar e aguardar a festa de lançamento que a Liga está preparando.

 

Tambores

A União dos Negros do Amapá está na reta final dos preparativos para a 29ª edição do Encontro dos Tambores, marcado para acontecer de 14 a 29 de novembro, no Centro de Cultura Negra Raimundinha Ramos – Laguinho.

 

‘Pegada de Gorila’

Nome do mais novo grupo de samba do Amapá, sob coordenação do sambista Zeca Mazagão. Só músicos da pesada compõem o projeto. #MeteACara.

 

‘Luz do Mundo’

Título de bela música do maestro Manoel Cordeiro com o cantor Ronery gravada pela Banda Warilou e pela cantora Gaby Amarantos, no primeiro disco solo de Manoel Cordeiro, ‘Sonora Amazônia’.

 

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Felipe Cordeiro: um artista pop da Amazônia

 

Felipe Cordeiro é um artista paraense, um dos principais expoentes da nova geração da sempre efervescente cena musical do Pará. Cantor, compositor e instrumentista, a sonoridade do músico é permeada por ritmos amazônicos que vão da lambada ao carimbó, da guitarrada ao atualíssimo tecnomelody.

 

Filho e parceiro musical do guitarrista e produtor, Manoel Cordeiro, um dos pioneiros da lambada no Pará, e de quem diz ter herdado o gosto radical pela diversidade. Entrou na Escola de Música da Universidade Federal do Pará aos onze anos e lá estudou piano, teoria musical e bandolim. Participou nesse período de vários grupos relacionados à sua atividade de estudante de música, se apresentando em concertos (solo e em grupo) por diversas salas de Belém do Pará.

 

Aos quinze anos, pouco antes de ingressar na faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará, curso no qual é graduado em Bacharelado e Licenciatura, influenciado pela MPB tradicional, começou a mostrar suas primeiras composições nos festivais de canções, sendo premiado em diversos deles pelo Brasil. Até então sua carreira era voltada exclusivamente para a composição, várias canções e parceiros foram feitos, disso resultou um disco (de compositor) chamado “Banquete”, no qual vários intérpretes e arranjadores foram convidados. Mas depois do contato com o teatro surgiu o interesse de assumir a interpretação das suas músicas, e juntamente com suas reflexões acerca da música brasileira, seu som foi ganhando uma assinatura muito específica e criativa.

 

Desde então, um humor, por vezes ácido, e uma necessidade aguda de experimentar sonoridades, além de poéticas, em torno da música popular, tornou-se um imperativo.

 

Felipe Cordeiro lançou, em 2011, o CD ‘Kitsch Pop Cult’, e agora está finalizando sua próxima obra musical, com sons e ritmos da Amazônia, mas com estilo popular, identidade assumida pelo autor.

 

 

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Quando eu te vi chegando, monera
Tão bonito que era
Eu vi o sol e a lua trazendo
As cores da primavera

Nilson Chaves

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Feira

Nesta sexta (8) é o segundo dia da Feira Literária Internacional do Amapá, na Cidade Literária, ao lado da Fortaleza de São José (Parque do Forte). É a valorização dos artistas amapaense, de outros estados brasileiros e internacionais.

 

Bingão

Maracatu da Favela vai realizar o seu Bingão Aqui é Favela, dia 1º de dezembro, a partir das 11h. Na quadra da escola (Av. Pe. Júlio – Santa Rita). Informações: 96 98401-8637/99156-0277.

 

Quilombo Groove

De 7 a 10 de novembro tem Quilombo Groove, no CCBB, em Brasília/DF. É a presença da cultura e tradição do Quilombo do Curiaú/AP. Oficinas, redás de conversa e intercâmbio cultural do Marabaix e do Batuque.

 

Escuta

De 6 a 8 de novembro a Liesap está com a agenda de escuta dos sambas de enredo gravados. As escolas de samba poderão conferir e garantir que está tudo pronto.

 

‘Planeta Arrepiado’

Título da 6ª música do novo álbum de Patrícia Bastos, composição de Joãozinho Gomes e Dante Ozzetti. O disco está disponível nas plataformas digitais. “ Terra quer ver a gente fazer a mão de couro, então vai ver a sua pele azul transpirar…”.

 

‘Maninha do Céu’

Título da música de Paulinho Bastos que faz parte do repertório do álbum Voz da Taba, de Patrícia Bastos. Disco disponível nas plataformas digitais.

 

Referência

O sambista Francisco Lino da Silva é a grande referência do samba amapaense. O maior compositor de Boêmios do Laguinho.

Fundador, carnavalesco, presidente, diretor, cantor, conselheiro, presidente de honra, etc.. Merece o nosso respeito e reconhecimento. #SalveOLino.

 

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CIA Solar apresenta o espetáculo “Trupizupe o Maior Quengo do Nordeste”, nesta quinta, 7

 

A cidade de Macapá receberá, nesta quinta-feira, 7, no Sesc Araxá, a renomada Companhia de Teatro da Paraíba SOLUAR, com o espetáculo Trupizupe o Maior Quengo do Nordeste, a partir das 19:30, no Salão de Eventos do Sesc Araxá. A vinda da Companhia ao estado do Amapá, tem o apoio institucional do Sesc Amapá, e a conquista de seleção do Edital Arte na Bagagem de apoio à circulação artística, que permite que grupos e/ou companhias aportem em outros territórios nacionais para mostrar suas produções artísticas. O projeto é uma iniciativa do governo do estado da Paraíba, através da Secretaria de Estado da Cultura “Viva a Arte Paraibana”.

A obra Trupizupe tem em sua dramaturgia o escritor e dramaturgo campinense, Bráulio Tavares, direção geral de Edilson Alves,uma referência nacional nas Artes Cênicas, com uma longa trajetória de sucesso e de serviços prestados à sociedade, um brilhante elenco comprometido e afinado em cena, e uma narrativa relevante que conta as aventuras e vivacidade do personagem central Trupizupe. Um esperto viajante que ao chegar em um reino, se depara com um vice-rei corrupto, perde seu ganzá, é preso e, para se livrar da prisão, trama seu casamento com a princesa. Em meio às investidas para recuperar seu instrumento, o ganzá, Trupizupe vai costurando uma estória repleta de surpresas.

 

Após o espetáculo, a Cia. Soluar da Paraíba, realizará um Pensamento Cultural sob a temática: O teatro nordestino no Brasil. A ideia é provocar uma roda de conversa, falar sobre a obra Trupizupe, a potência do teatro nordestino e os caminhos que levaram o teatro nordestino ao reconhecimento nacional.

 

Na sexta-feira, 9, finalizando sua participação em terras amapaenses, a Cia. Soluar realizará uma oficina recreativa para o grupo da melhor idade Alegria de Viver, na Unidade Operacional do Sesc Santana.

 

Ficha técnica do espetáculo: Texto: Bráulio Tavares; Direção Geral: Edilson Alves. Elenco: Aluísio Souza: Pancrácio e Arauto; Jamil Richene: Vice-Rei e Pretendentes; Jô Carvalho: Carcereiro e Princesa; Miguel Reberth: Rei; Robert Sodré: Trupizupe; Matheus Henrique: Ator e Músico. Direção Musical: Aldo Marques; Direção/Concepção Coreográfica: Ademilton Barros Figurino; Cenário e Adereços: Nelson Alexandre; Confecção de Figurino: M3 Ateliê; Confecção de Cenário: Ana Paula; Confecção da Carroça: Maciel Fidelis; Maquiagem: Romílson Rodrigues; Design Gráfico: Max Ryan. Realização: Cia de Teatro Soluar. (www.sescamapa.com.br).

 

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Literatura

Começa nesta quinta (7) a 2ª edição da Folia Literária Internacional do Amapá, no Parque do Forte, ao lado da Fortaleza de São José, às 17h.

Serão quatro dias de valorização da literatura, com várias cenas na vasta programação. A realização é do governo do Amapá.

 

Tambores

Já estamos no mês da Consciência Negra. A programação do Encontro dos Tambores, no Centro de Cultura Negra Raimundinha Ramos, inicia dia 14 e encerra no dia 26. Nossa cultura em destaque.

 

Edital

Governo do estado lançou, nesta quarta (6), o Edital de Circulação, que garante aos artistas de todos os segmentos, uma circulação pelos municípios do Estado, outros estados do Brasil e países. Esse Edital substitui o antigo Credenciamento.

 

Loja

Dia 29 de novembro será a inauguração da Loja do Piratão, com vendas de vários produtos da escola para o carnaval 2025. Aguardem.

 

Fantasias

Outra do Piratão. Dia 6 de dezembro vai acontecer o show A Noite das Fantasias, na sede do Trem (av. Feliciano Coelho – Trem), às 20h.

Desfile das fantasias 2025, shows musicais, bateria e cantores da escola, praça de alimentação e outras atrações.

 

Quilombos

Nesta quinta (7) inicia o 1º Encontro dos Quilombos do Amapá, na comunidade do Rosa, município de Macapá. Serão três dias de debates, shows, palestras, exposições, homenagens, construção, etc. o patrocínio é do governo do estado, realização da Fundação Marabaixo.

 

‘Planeta Arrepiado’

Título da 6ª música do novo álbum de Patrícia Bastos, composição de Joãozinho Gomes e Dante Ozzetti. O disco está disponível nas plataformas digitais.

“ Terra quer ver a gente fazer a mão de couro, então vai ver a sua pele azul transpirar…”.

 

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Somos Mais Que Uma Floresta

 

No momento em que os olhos do mundo se voltam para a Amazônia, devemos dizer que somos mais que uma floresta de interesse mundial.

 

Somos uma sociedade que tem em sua base, mulheres fortes e guerreiras, somos filhas das Icamiabas, mulheres que decidiam o seu caminho, seu tempo de procriação e quem lhes daria prazer. Esse senso de poder e força feminina permanecem na essência da mulher amazônida.

 

Ave Todas as Marias é o nome do novo single/clipe que preparei pra vocês. No dia 28 de setembro ele estará disponível em todas as plataformas digitais e no meu canal no Youtube.

 

Uma parceria minha com o poeta Paes Loureiro, Ave Todas as Marias fala de mulheres amazônidas que entre lutas e vitórias, transformam o mundo ao seu redor. (Lia Sophia – cantora, compositora e produtora da Amazônia).

 

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Bonita à beça
Amazonicabocla
Não há como essa
Beijo na boca

Sérgio Souto e Joãozinho Gomes

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Samba Alaranjado

Sábado (9) tem a volta do projeto Samba Alaranjado, na sede de Piratas Estilizados, (Av. Pe. Manoel da Nóbrega – Laguinho), em Parceria com a Cufa, às 17h. Homenagem a cantora Lecy Brandão.

 

COP 30

Conselho de Cultura do Estado vai convidar os segmentos artísticos para discutir sobre a participação dos artistas do Amapá, na COP 30, que vai acontecer em Belém/PA. #Importante.

 

Destaque

Artista plástico amapaense, Vagner Ribeiro vem confeccionando produtos para vários projetos e empresários. É a valorização das artes plásticas amapaenses. #Parabéns.

 

Na redes

Carnavalesco de Piratas da Batucada, Cid Carvalho está explicando sobre o enredo da escola, nas redes sociais da agremiação. Enredo: A Realeza do Sertão – O Cordel Azul e Dourado de Quem Fez Deste Torrão o Seu Reinado.

 

Quilombo Groove

De 7 a 10 de novembro, tem cultura e arte amapaense em Brasília (DF). Projeto “Quilombo Groove – Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú” estará lá na Galeria 04, Teatro e jardim do CCBB Brasília, com entrada gratuita, mediante emissão de ingresso no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física. Com apoio cultural do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília.

É um pedaço da rica e vibrante cultura do Amapá, a qual conecta a energia ancestral dos ritmos do Marabaixo e do Batuque com shows de artistas absolutamente contemporâneos, além de oficinas, contação de histórias e a exposição fotográfica.

 

Índio

Cantor Amadeu Cavalcante e o poeta Wilson Cardoso são autores da música, ‘Sou Índio Sim’, lançada no projeto Sescanta Amapá, em 2022. A interpretação é de Cléverson Baía.

 

Bom de ouvir

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9), de segunda à sexta, às 16h. É o porta voz da cultura artística amapaense, no rádio. Bom de ouvir.

 

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Conheça o beija flor Brilho-de-Fogo

 

O beija-flor-brilho-de-fogo (Topaza pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor-brilho-de fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

 

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica.

 

Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda. O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível.

 

O macho mede cerca de 20 cm de comprimento (mais da metade corresponde à cauda) e a fêmea 12 cm. O macho tem duas penas da cauda muito alongadas e cruzadas, garganta dourada ou verde-metálica e barriga vermelha-metálica e a fêmea é verde-amarronzada com garganta vermelha-metálica. (pt.wikipedia.org).

 

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Organização

Piratas da Batucada leva vantagem e diferença pela organização do carnaval que apresenta na avenida. É impressionante a qualidade do produto oferecido pela escola.

 

Sina

A música Sina, de Djavan, foi feita especialmente em homenagem a Caetano Veloso, em 1975, disse o autor. “Virá lapidar, o sonho até gerar o som, como querer caetanear o que há de bom…”.

 

Avanço

Cidade do Samba, em Macapá/AP, precisa ser ampliada (urgentemente) com mais cinco barracões para atender as 10 escolas de samba. Hoje, a CS agrega duas escolas em cada barracão.

 

Quilombola

O 1º Encontro Quilombola do Amapá vai acontecer de 7 a 9 de novembro, no Quilombo do Rosa, município de Macapá. Realização do governo do Estado, através da Fundação Marabaixo.

 

Valorizados

Profissionais contratados pelas escolas de samba do Amapá estão se sentindo valorizados, em casa setor de trabalho. É o artista sendo visto com bons olhos pelas escolas de samba.

 

Literatura

A 2ª Feira Literária Internacional dom Amapá está agendada para acontecer de 7 a 10 de novembro, no Parque do Forte, ao lado da Fortaleza de Macapá.

O evento é voltado para a valorização da literatura, do livro e da leitura no Amapá. Uma Cidade Literária será montada para a realização da feira. A realização é do Governo do Amapá.

 

Força

Piratas da Batucada vem com força máxima para o carnaval de 2025. Equipe de profissionais toda contratada e alinhada para os trabalhos que já iniciaram. A tetra campeão (2015/2020/2023/2024) está trabalhando seguindo a estratégia adotada. Vem novidade aí.

 

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Encontro dos Quilombos do Amapá

 

A Fundação Marabaixo anunciou a abertura das inscrições para o Encontro dos Quilombos do Amapá, que ocorrerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Quilombo do Rosa, em Macapá, aproximadamente 25 km da BR 156, no sentido Oiapoque. O evento reunirá representantes das 40 comunidades quilombolas do estado para discutir temas de grande relevância.

 

Pessoas interessadas em participar devem se inscrever até o dia 5 de novembro pelo link https://docs.google.com/forms/d/1v6Rn60hsRnti7dS19A8Ff_ZHrlTWfwUIXuhog_XDjTE/edit

 

Entre os assuntos em pauta estão Amapá Quilombola, desenvolvimento, ancestralidade, equidade, culturalidade e direitos. O governo do Estado do Amapá, por meio da Fundação Marabaixo, convida organizações não governamentais, entidades e instituições públicas e privadas que atuam nas pautas a participarem do encontro.

O Encontro dos Quilombos do Amapá também servirá como uma plataforma para debates e fortalecimento dos territórios quilombolas, especialmente em preparação para a COP 30, que será realizada em 2025 em Belém do Pará, onde o Amapá terá importante representação.

 

Assim, nos dias 7, 8 e 9 de novembro, sob as copas acolhedoras das árvores do Quilombo do Rosa, convidamos a todos a se aquilombarem e a transformar este encontro em um marco histórico de nossas lutas e conquistas. (Texto e foto: Cláudio Rogério).

 

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Profissionalização

Piratas da Batucada está investindo em planejamento estratégico para a capacitação dos profissionais para no futuro. Diretores, coordenadores e pontos técnicos da escola, já em treinamentos para o novo projeto de gestão.

 

Massificação

A escola de samba que conseguir trabalhar a sua expansão fora da comunidade que atua, conseguirá novos talentos para trabalhar na agremiação. Piratas da Batucada está  avançado nesse quesito. Parabéns.

 

Dono?

Enquanto alguns dirigentes de escolas de samba do Amapá se comportar como “donos”, o avanço estará distante de dar certo.

 

Mixagem

Os sambas de enredo, das escolas do carnaval amapaense, estão em processo de mixagem, e serão lançados em breve.

 

Espetáculo

No geral, as comissões de frente das escolas de samba do Amapá, estão apresentando um espetáculo de arte na avenida. Mas não podem esquecer as regras do quesito.

 

Na frente

O samba de Piratas da Batucada para o carnaval 2025 está sendo considerado o melhor. Melodia forte e empolgante, letra obedecendo ao enredo. Fatores primordiais na avenida.

Enredo: “A Realeza do Sertão – O Cordel Azul e Dourado de Quem Fez Deste Torrão o Seu Reinado”.

 

Mudança

Piratas da Batucada mudou a sua logomarca. Ficou mais imponente, com detalhes que agregam a comunidade onde a escola nasceu. Bairro do Trem. Parabéns.

 

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